diário aberto


Para Juliana e Izilda, mãe e filha, pensei em contar duas histórias diferentes, a partir de uma mesma foto. Escolhi uma das mais antigas que tenho do meu pai (ele tem três anos nela).

Na foto, ele olha para a câmera com o rosto levemente inclinado. A primeira vez em que a vi, reconheci seu gesto com assombro. Ele sempre nos olhou assim.

Foi desse modo de olhar que partiu a história para Juliana. 
Enviei a carta hoje.

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