diário aberto


Faltam três cartas e a vontade é de incluir mais pessoas nessas trocas.
Faltam Luís, Rui, Alfredo. 

Há também o tempo de espera do ressoar das cartas enviadas. 
De imaginar como elas chegaram em seus destinos.
O que provocaram. Se provocaram.

E enquanto isso, revisito poemas antigos. Não para esse livro - mas se algum deles, depois do escuro das gavetas, fizer sentido aqui - por que não?  

Há a urgência de abril, de terminar esses envios em abril. Em maio as coisas por aqui se intensificam e, então, serei eu itinerante, com meu caderno. 

Enfim. Curiosa para conhecer as letras das pessoas no papel.

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