diário aberto


Hoje conheci pessoalmente a Ana. Tomamos um café no fim da tarde e ela me contou histórias de seu pai, histórias dos objetos que ela coleciona, histórias de seu novo livro de poemas.
Estou me contaminando das pessoas que irão participar desse projeto e estou me sentindo alargar.

*

Ao lado do café onde estávamos sentadas conversando, a Ocupação Hilda Hilst ficava pronta. O céu armava uma chuva, mas não choveu. Me despedi da Ana pensando em quatro ou cinco palavras, que ficaram ecoando na minha cabeça. Fiquei repetindo-as no caminho para o cinema, para não esquecê-las. 

*

Para Ana, estou pensando em uma carta-objeto.

(27 de fevereiro de 2015)

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