maria clara escobar


Conversando com A. no jardim da Biblioteca Nuto Sant'Anna, sobre cartas, sobre escrita, sobre minha ansiedade com a chegada das respostas, sobre o tempo que passa, ela me diz, "e por que não escrever sobre essa espera? Ou sobre as respostas que jamais chegarão?".

Então no dia seguinte saio de casa e a carta da Maria Clara está na porta de casa. No caminho para o metrô, leio cada um de seus postais não enviados - e penso nesse lugar precioso que ela me envia num envelope, feito de um tempo em que ainda não nos conhecíamos, mas que já estava entre nós.

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